
Só o que posso ganhar é mais um verbete, e mais uma inspiração surgirá para a próxima colheita das correntes que plantei no meu jardim. Correntes, estas que cultivo a cada dia em novos verbetes. Cada corrente representa alguém especial e digno de ser cultivado em meu jardim, junto com as flores de aço e as trepadeiras de titânio . Os mórbidos verbetes até adiantam, se não pisar dentro do canteiro . A trilha de metal que deixo, é a única coisa viva que encontrará neste jardim, tirando a sua própria pessoa que por certo colherá alguma flor para um amado ou amada . Vamos lá, eu deixo. Toque em uma flor de aço e arranque-a da terra como se puxasse seu amado do precipício . Ande pelo jardim mecânico e jamais mate um inseto metálico sequer . Não culpe as trepadeiras por matar aquela sua planta favorita, e jamais insulte o jardineiro ! eis aqui os seus verbetes ... Toque uma flor de aço, e tenha fé em seu amor, pois ele lhe dará forças para arrancar tudo de bom até as raizes do mundo. Ande pelo jardim, cada vez mais mecanico, da vida sem hesitar e não mate sua esperança, elas reproduzirão as flores da alma . Não culpe os outros por um erro seu, cada ser tem sua função única para com o outro, e jamais insulte o jardineiro, criador de todo o jardim, tabém conhecido como Deus ! Os verbetes do jardim mecânico se estendem até o infinito, e a cada passo no jardim toma-se nota de mais um verbete para o grande dicionário, por vezes mal cuidado, chamado humanidade.
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